Em vídeo, SHIH TZU dá 'sustos' e leva bebês gêmeos às gargalhadas

Mãe registrou uma das primeiras interações entre Brad e os meninos. Cena gravada em Tubarão teve milhares de visualizações em poucos dias.

Um vídeo em que irmãos gêmeos aparecem se divertindo com um cãozinho DA RAÇA shih-tzu tem feito sucesso na internet. A imagem que reúne muitas gargalhadas de bebês e travessuras do cachorrinho foi gravada por uma família de Tubarão, no Sul de Santa Catarina. Em poucos dias foram 13 mil visualizações

“Não imaginei que tanta gente ia curtir, compartilhar e comentar. A gravação é de uns dos primeiros momentos de interação entre os três”, diz Patrícia Philippi de Sousa, mãe de Gabriel e Miguel, de 10 meses.

No vídeo, o SHIH-TZU corre de um lado para o outro, se esconde e dá uma espécie de "susto" para fazer os bebês rirem. Quando param, o cão volta a correr e latir até que as crianças voltem a gargalhar.

Estranhamento no início


Brad está há cinco anos com Patrícia e o marido, Jorge, e acompanhou toda a gestação. “No início o cãozinho era um pouco desconfiado, pois os gêmeos eram novidades em casa. Mas agora eles começaram a interagir mais. Ele sempre brinca com eles”, diz Jorge Josino Fortunato Neto, pai das crianças.

“Fiquei surpresa porque ele vê que as crianças gostam e brinca, leva brinquedinhos, quer agradá-los. O Brad antes tinha ciúmes, mas agora viu que eles gostam bastante e não se sente mais rejeitado”, conta a mãe dos gêmeos. "E se o Brad não está, eles vão atrás".

Patrícia trabalha como coordenadora comercial de um hospital na região e todos os dias leva os gêmeos para ficarem com a avó. E claro, Brad vai junto. “Todos os dias os três saem juntos”, brinca Patrícia.

Animais ajudam no desenvolvimento social das crianças

Segundo a psicoterapeuta infantil Gisele Andrade Silva, a convivência das crianças com animais é importante, principalmente para ajudar na sociabilização. “Nas questões psicológicas, só vejo vantagens. Em casos em que as crianças têm dificuldades de socializar, por exemplo, a gente acaba indicando um animalzinho”, explica a especialista.

Ainda conforme Gisele, apesar de ser necessário redobrar os cuidados com a higiene no caso da relação de animais domésticos e bebês, o vínculo desde cedo ajuda as crianças a terem empatia com o próximo.
“O vínculo é tudo de bom. Para o emocional, ajuda a criança a lidar com a empatia. Quando estão com 10 meses, eles ainda estão olhando para fora e percebendo as coisas, eles copiam os pais e o animalzinho aumenta essa possibilidade de vínculos, de perceber as diferenças entre ele e o outro”.

Fonte: G1