Igual família: vínculo com Shih Tzu fazem tutoras reorganizar rotina - Shih tzu: Tudo o que você sempre quis saber sobre essa raça Pular para o conteúdo principal

Igual família: vínculo com Shih Tzu fazem tutoras reorganizar rotina

Relação com cães mudou hábitos, prioridades e rotina de mulheres que enxergam os animais como parte da família

A empresária Luanna Cunha, de 40 anos, tinha acabado de começar uma vida sozinha em São Paulo quando Maria Nina, a Ninoca, chegou. 

A pequena Shih Tzu, também chamada de Gorducha pelos mais íntimos, hoje com 11 anos, rapidamente deixou de ser apenas um animal de estimação para ocupar um espaço muito maior dentro de casa.

“Ela veio para fazer companhia e, sem perceber, virou família”, conta a tutora.

A relação entre as duas se construiu aos poucos, em meio à rotina intensa de trabalho e à experiência de viver longe da família. A presença da cachorrinha transformou até os momentos mais simples do cotidiano da empresária.

“Morar sozinha, às vezes, é silencioso demais. A casa deixou de parecer vazia. No começo, ela era ‘meu cachorrinho’. Aos poucos, virou companhia real. Me esperava chegar, dormia perto da minha cama e fazia os dias difíceis parecerem menos pesados”, relembra.

De companhia a família

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Com o passar do tempo, Luanna percebeu que a relação com a Ninoca já ocupava um espaço central em sua vida. A rotina passou a ser reorganizada a partir das necessidades da companheira de quatro patas, em um vínculo construído na convivência diária e no cuidado constante.

“Sem perceber, comecei a organizar horários pensando nela, voltar mais cedo para casa, pensar duas vezes antes de viajar. Mas não foi uma ideia pronta. Foi cuidado virando amor, todos os dias”.

Chegada especial

Lílly chegou à vida de Rose Cordeiro e de sua família ainda filhote, com apenas um mês de vida, e rapidamente conquistou todos. O vínculo foi imediato.

“A Lílly já era desejada muito antes de nascer e de eu a conhecer, por isso no primeiro dia eu senti que ela seria o meu maior amor”, declara a tutora.

Foi na convivência do dia a dia que essa relação se consolidou. Aos poucos, ela também passou a estar presente nos momentos mais difíceis da rotina.

“Nossa conexão cresceu em todos os pequenos cuidados, nas companhias e principalmente nas brincadeiras, que ela tanto ama. Mas eu só entendi o nível do nosso vínculo quando tenho um dia difícil e tudo o que eu preciso é chegar em casa para vê-la e ter sua recepção com o rabinho balançando, cheia de amor e carinho”.

Rotina compartilhada

Rose conta que a rotina da família passou a ser organizada a partir das necessidades e do bem-estar de Lílly.

“Se eu saio para algum lugar, eu sempre verifico se o local é pet friendly para poder levá-la. É claro que nem sempre isso é possível e, nesses casos, ela precisa ficar em casa, mas sempre com alguém. 

Todas essas ações são tomadas e pensadas porque eu me preocupo com o conforto, a saúde e a felicidade dela”.

Ainda que reconheça que esse tipo de relação nem sempre seja compreendida da mesma forma por todos, ela diz não se importar com validação externa. Para Rose, o que importa é a relação de amor e companheirismo construída com Lílly no dia a dia.

“Mesmo quando as pessoas tentam diminuir um sentimento porque é ‘só um animal’, eu procuro ver essas críticas como algo pessoal de cada um. Respeito quem pensa diferente, mas, para mim, esse termo faz muito sentido”.

“O termo ‘mãe de pet’ representa cuidado, responsabilidade, proteção e amor. É uma relação real. Não substitui nada, mas também não diminui o que eu sinto. 

Acredito que não se trata de comparar com outras formas de maternidade, mas sim de reconhecer o vínculo forte que existe. A Lílly é parte da minha vida, é minha família, e esse carinho é totalmente legítimo. O amor que eu sinto por ela é verdadeiro, leve e muito especial”, conclui a tutora.

Após mais de uma década ao lado de Nina, Luanna diz que a convivência a ensinou a desacelerar e a olhar para o cotidiano e os afetos de outra forma.

“A Ninoca não entende agenda lotada, meta ou produtividade. Ela só quer estar junto. E, sinceramente, às vezes isso é exatamente o que eu também precisava. 

Ela me lembra, todos os dias, que amor também mora nas coisas simples: no horário do remédio, no olhar atento, no sofá compartilhado, no jeito de perceber quando o outro não está bem. No fim, ela não mudou só a minha rotina. Ela mudou a sensação de chegar em casa”.

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