Como evitar Calazar-leishmaniose visceral ?

 Por não terem importância médica, ou seja, não apresentarem risco de transmissão de doenças à população, não existe um programa específico para o combate às muriçocas. O que se pode fazer é tentar se proteger do jeito que melhor funcionar para cada um. A primeira alternativa – e a mais eficaz – é cuidar da limpeza do ambiente onde se vive, para que o mosquito não encontre água parada, local ideal para a eclosão dos ovos e criação de larvas.

Calazar – Causas, Sintomas e Tratamento

Essa doença compromete os órgãos viscerais, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. O Calazar costuma se propagar nas regiões rurais, sendo comum no nordeste brasileiro. Nos centros urbanos essa doença começa a ser uma emaça devido a grande quantidade de animais soltos na rua. Com a proliferação da doença e o não tratamento adequado essa doença tende a se manifestar e crescer. Vale lembrar que a doença não se transmite entre animais, pessoas ou cachorros para pessoas e vice versa, sendo transmitido apenas pela picada do mosquito fêmea infectado Calazar.

O mosquito pode picar uma pessoa sadia e inocular formas promastigotas, que são englobadas pelos macrófagos, transformando no seu interior nas formas amastigotas, que logo passam a se reproduzir ativamente. Estes macrófagos levam o Calazar, através do sangue, para o fígado, baço e medula óssea, produzindo graves lesões.

 Prevenção

– A vacina ainda é a melhor prevenção.
– Guardar bem o lixo e, não jogar em terrenos baldios, principalmente, restos de comida, folhas secas e fezes.
– Faça exames: Hemograma, sorologia e frações de proteínas.
– Use repelentes: coleira Scalibor, sprays para proteção contra o mosquito.
– Ao anoitecer e ao amanhecer manter os cães dentro de casa, pois é o horário que os mosquitos se alimentam e transmitem o calazar.


Se bem tratado, o cão pode passar até um ano sem apresentar sintomas, mas se ele aparecer com feridas no focinho e na orelha, unhas grandes, apresentar queda de pelo ou hemorragias nasais, vaginais ou penianas, o proprietário deve ficar em alerta. “Ao manter um cão com calazar, o proprietário também está exposto ao risco”, finaliza.